Bem-vindo à Aldeia!

A aldeia é meu ponto de partida e minha esperança de retorno. Antes preenchida com carros de bois,  currais, cavalos montados a pêlo e vontade de partir.  Hoje com palavras, revelações, risos, dores, especiarias do viver e vontade de retornar. Este espaço quer apenas oferecer aos visitantes um pouso, um intervalo entre as pressas e exigências do cotidiano, uma exceção às rotinas que nos dominam. E, se possível, com ar artesanal, impróprio dos dias atuais, nestes tempos cheios de regras, de cultos, de reverências materiais e estéticas, de ordenações e rebuscamentos, que cada vez menos se parecem com a simplicidade do que deveria ser viver. 


carro de boi - clique na imagem para ampliá-la

Este lugar inventado são alforges repletos dos costumes da minha infância- meu culto, afinal-, expostas à visitação daqueles que aqui chegam. Uns pelo acaso da navegação virtual, outros por conhecerem a mim,   ou porque o destino tem seus próprios propósitos e caminhos. Não importa...  Seja lá como for, meu/minha amigo/a, já que aqui estamos, espero que possa ser  uma experiência agradável, quiçá enriquecedora,  dividir comigo o gosto pelas palavras e pelos acontecimentos da vida traduzidos em letras, imagens e sons. 

Sentemos, pois, à beira do alpendre e deixemos a vida correr sem urgências, ainda que por poucos minutos. Troquemos risos, prazer e alguma emoção.

Esta Aldeia é feita de coisas simples e há de tudo um pouco. Meus artigos e crônicas,  recortes diversos do ofício de viver, do cotidiano, da política, do amor, do riso, do lírico, do inesperado. São todas, dentro do meu limite, orações de liberdade, confessionários, cartas de alforria dos meus sentidos.   Em essência, almejo apenas distrair a alma de você que me visita, e que merece ser bem recebido, como se fosse um antigo parceiro/a.  Ainda, nesta página, divido com vocês um pouco sobre a área médica (sou nefrologista), sobre minha aldeia de origem,  Feira de Santana-BA, revelando seu lado bom de ser e o quanto de arte e festa está contido nela, e  variedades como  produções artísticas, literárias, musicais, visuais, que, por alguma razão, me tocaram - a qual dei o nome de etc. & tal.

Seja lá qual for o produto desta nossa Aldeia, não importa muito o que foi feito, mas como foi feito: com o melhor possível dos meus esforços.

          Navegue à vontade e envie seus comentários. A Aldeia é nossa!

 

César Oliveira


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aldeia@gd.com.br